Flagrado homem desenterrando corpo de sua avó para dançar na rua

Homem tinha o plano de reviver sua avó fazendo transplantes de órgãos

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Um homem vai ao cemitério e desenterra sua avó para dançar

De acordo com polícia o rapaz possui transtornos mentais é já tentou roubar o corpo do cemitério outras duas vezes. O rapaz foi encaminhado para um hospital onde irá depor e depois obter alta.

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O cemitério se encontra no Morro da liberdade em Manaus, o homem de 32 anos com problemas mentais teria ido ao local na madrugada desta última quinta-feira. Após retirar o corpo de sua avó no cemitério ele a levou para rua e começou a dançar.

Ao causar sustos e medo em algumas pessoas da região a polícia chegou rapidamente ao local e o deteu, o homem foi amarrado por familiares e amigos no poste até a chegada da polícia ao lado dele o corpo de sua avó.

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A senhora tinha 61 anos quando veio a falecer em 2018, o corpo já estava parcialmente decomposto quando o rapaz caminhou com ela nos ombros. O homem de 32 anos caminhou com sua avó cerca de 1 km de distância fora do cemitério, o plano deste homem era “resgatar” sua avó e seus familiares do cemitério.

O rapaz dizia que iria realizar um transplante para sua avó doando todos os seus órgãos para ela voltar a vida, a família do homem relatou que ele possui um laudo médico de transtornos mentais. O homem não possui antecedentes criminais, ou seja o transtorno dele não passa a ter relatos de violência.

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O rapaz já tentou outras vezes desenterrar um de seus familiares que já estaria mais tempo enterrado, mas não obteve sucesso na cidade na Zona Sul de Manaus uma emissora de tele-jornal tentou entrar em contato com a prefeitura que administra o cemitério para se obter uma resposta de como o homem conseguiu entrar no local naquela hora da noite sem que nenhum coveiro pudesse ter o avistado.

O caso está sendo investigado pela polícia o delegado não pode sentencia-lo por ele ter problemas mentais, alega o delegado que o mesmo não possui culpabilidade. Não e possível responsabilizar alguém que não compadece de culpa, o homem teve alta e hoje vive sobre tutela de seus familiares com uma medida de segurança.

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Escrito por Melissa Lopes

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