Jovem que foi assassinada e teve o bebê arrancado da barriga, conheceu suspeita do crime através das redes sociais, fiz família:”Uma história macabra”, diz delegado

A gestante, foi assassinada e teve o bebê arrancado da barrida, que acabou por morrer.

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Uma história macabra, desumana e que deixou Nova Holanda, em Macaé e no país em choque após o crime bárbaro. A família de Pâmella a gestante que foi morta nesta quarta dia 17, disse que ela e a autora do crime, se conheceram através de uma rede social, no qual passaram a manter uma amizade há poucos meses.

Já na delegacia, ela mudou a versão dos fatos, dizendo que conhecia a gestante do tempo de escola. Marta Ferreira, mãe da vítima falou que a suspeita tinha entrado em contato com a filha, através das redes sociais, e desde desse momento iniciaram uma amizade. Ela conta ainda, que obteve informações, que ela já tinha tentado contactar outras meninas, tentando fazer o mesmo, procurando um alvo.

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Mas as outras não caíram na amizade da presa. Márcia conta ainda, que a filha tinha uma grande bondade, e pensando que ia ter uma nova amizade, acreditou nela, e ela fez o que fez a Pâmella. Natália, irmã da jovem entrou pela casa, procurando por ela, mas não achou. Logo a seguir ela encontrou manchas de sangue, que a levavam até ao banheiro, quando entrou encontrou a jovem morta no chão.

Ela diz ainda, que arrastaram o corpo de Pâmella do quarto até ao banheiro. No entanto, a porta da sala estava trancada, e foi necessário arrombar, mas a do banheiro estava aberta. Natália conta ainda, que começou logo a gritar, e o pai chegou. E quando os populares chamaram os policiais, a ambulância chegou. A falsa amiga, foi presa depois de ter se dirigido ao UPA, já com o bebê morto.

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Márcio Caldas, o delegado que está a acompanhar o caso, disse que a autora do crime, deu outras versões sobre o caso. Ele diz ainda que a primeira notícia que recebeu, foi que uma mulher teve um filho em casa, e levou ao UPA, mas a criança já estava morta. Após o cenário, a unidade de saúde, reencaminhou a mulher para o hospital. Quando ela recebeu atendimento no hospital foi descoberto que ela nunca esteve grávida.

A partir desse momento, chegou a desconfiança, de que no minimo poderia ter ocorrido uma “adoção brasileira”, quando alguém quer dar um parto alheio como o seu próprio. O delegado diz ainda, que na delegacia ela não confirmou o que disse no hospital. Já na delegacia, segundo Márcio ela contou que não deu à luz. Mas sim, que tinha encomendado uma criança a uma pessoa que ela tinha conhecido.

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Foi então que o delegado questionou a versão dos fatos, que ela deu no UPA, e a história foi ficando cada vez mais macabra. A família contou ainda, que ambas se conheceram através das redes sociais, mas ao delegado, a suspeita falou que já conhecia a gestante desde pequena.

O delegado acrescenta ainda, que em um certo momento, ela falou que tinha encomendado a criança, mas jamais passou pela sua ideia, que ela iria matar alguém, para obter essa criança. Ele pensou, que se trata-se de uma intermediária que ia pegar de uma pessoa, que não tinha condições de criar um filho. Ele disse ainda, que a criança era de uma grávida, que foi assassinada em Nova Holanda. O delegado questionou de onde conhecia Pâmella, e ela disse que era do tempo de escola.

Márcio acrescenta ainda, que foi encontrado pela polícia, provas que a suspeita esteve em casa da vítima no dia que ela foi morta. Quando uma busca na sua bolsa foi realizada, foi encontrado um cartão de motorista de aplicativo, cheio de sangue, e foi encontrada uma chave. Quando as autoridades se deslocaram a casa de Pâmela, perceberam que a chave abria o cadeado e o portão da entrada da casa da gestante.

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Escrito por Carla Sofia

Sou especialista em Receitas, dicas e saúde! Gosto sempre de estar atualizada de novas receitas e formas medicinais!