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Laboratório do exército segue orientação da OMS, impedido de receitar cloroquina para COVID-19

No início da pandemia no Brasil, em 20 de março, o Ministério da Saúde informou que, de acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cloroquina não era recomendada para o tratamento da covid-19.

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A MP 966, cuja qual protege agentes públicos que cometam erros durante a pandemia, poderá ser também invocada caso oficiais do Exército de alguma forma sejam responsabilizados quanto a distribuição da cloroquina tratando de modo generalizado aos infectados por COVID-19.

O laboratório do Farmacêutico Químico do Exército citou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em seu site para definir o desempenho de seu componente de farmacovigilância.

“O que é farmacovigilância? O site registra que a Organização Mundial da Saúde (OMS) define farmacovigilância como” ciência e atividades relacionadas à identificação, avaliação, compreensão e prevenção de efeitos adversos ou problemas relacionados ao uso de drogas “.

No início da pandemia no Brasil, em 20 de março, o Ministério da Saúde informou que, de acordo com as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), a cloroquina não era recomendada para o tratamento da covid-19.

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Luiz Henrique Mandetta então liderou o Ministério da Saúde. Ao mesmo tempo, a Anvisa emitiu uma nota informando que a cloroquina e a hidroxicloroquina foram registradas para o tratamento de artrite, malária, doenças por fotossensibilidade e lúpus eritematoso.