Reviravolta: Polícia revela que morte de Gabriel Diniz pode ter sido um crime

Aeronave que transportava o cantor não estava devidamente registrada, dizem investigadores

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A morte do cantor sertanejo Gabriel Diniz, no dia 27 de maio deste ano, causou grande movimentação na mídia popular. O cantor, que teria morrido após a queda de um avião, que o estaria levando para Alagoas, no Nordeste.

Nas redes sociais, milhares de fãs e amigos do cantor se sensibilizaram com o acidente, demonstrando seu afeto por Gabriel e desejando forças à sua família.

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Gabriel Diniz ficou famoso nacionalmente após lançar seu hit “Jenifer”, que foi considerado por muitos como a música tema do carnaval de 2019, tendo conquistado diversas paradas musicais e festivais.

A queda do avião que transportava o cantor não teve sua causa definida pelas investigações policiais realizadas no local da queda. Porém, foi constatado que estava chovendo no local quando o avião caiu, o que, de acordo com o corpo de bombeiros, não seria o suficiente para causar o descontrole de uma aeronave daquele porte.

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Ao investigar com mais profundidade as informações sobre a aeronave e os pilotos, a polícia encontrou informações que podem classificar o caso como um suposto homicídio culposo, no qual não há a intenção de matar.Segundo relatório divulgado pelos investigadores, a aeronave não possuía uma licença, o que a tornaria ilegal para a realização de voos com passageiros. Ainda segundo a polícia, a aeronave estava apta apenas a realizar voos instrucionais, para supostos aprendizes ou aspirantes a pilotos, como era o caso do amigo do cantor, que estava pilotando a aeronave no momento do acidente.

De acordo com as investigações, o voo que tirou a vida do cantor, não poderia ser classificado como uma carona, levando-se em conta que Gabriel Diniz teria pagado aproximadamente 4 mil reais para ser transportado na aeronave.

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O avião, identificado como um Piper Cherokee PA 28-180, da linha Piper Arrow, é considerado como uma aeronave econômica. A aeronave que transportava o cantor estava registrada como propriedade privada, pertencente a uma instituição.

De acordo com o Aeroclube de Alagoas, empresa que detinha a posse do monomotor, a aeronave era utilizada exclusivamente para adestramento de voos, por clubes ou escolas de pilotagem.

As investigações seguem sendo apuradas pela polícia e mais informações serão divulgadas conforme apuração das informações coletadas.

 

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Escrito por Pedro Henrique

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