Após 10 anos do massacre de Realengo, sobrevivente diz que “as memórias permanecem intactas e a dor parece não ter fim”
A dor parece não ter fim, e as memórias seguem intactas. O relato é da estudante de direito Thayane Monteiro, de 23 anos, que sobreviveu ao Massacre de Realengo após ter levado quatro tiros à queima-roupa em 2011.